Associação Cultural dos Guardiões da Centelha da Chama Crioula

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Sobre

Os Primeiros e a Chama Crioula Paixão Côrtes liderou o grupo de estudantes que, em 1947, fundou o pioneiro Departamento de Tradição Gaúcha (DTG) no Colégio Estadual Júlio de Castilho, célula mater do Movimento Tradicionalista Gaúcho e centro agregador para um grupo de jovens que protagonizaram
pioneiramente momentos marcantes na historia do tradicionalismo. Paixão, ao lado de mais sete Jovens trajados e montados tipicamente á gaúcha, algo inédito na época, formou o “Piquete da Tradição” que desfilou fazendo a guarda de honra da urna funerária dos despojos do general farroupilha David Canabarro, transportados de Livramento a Porto Alegre, para fazerem parte do Panteon da Santa Casa. Além do Paixão Côrtes, integraram o “Grupo dos Oito”, Antônio de Sá siqueira, Cilso Campos, Orlando Jorge Degrazia, Ciro Dias da Costa, Fernando Machado Vieira, João Machado, Vieira e Cyro Dutra Ferreira.
Em 07 de Setembro de 1947, retirou uma centelha da pira da pátria, e acendeu a primeira a Chama Crioula, conduzindo-a, com os companheiros Cyro Dutra Ferreira e Fernando Machado Vieira, ao Colégio “Júlinho” sendo acesso o Candeeiro Crioulo, que ardeu até 20 de setembro durante a primeira Ronda Crioula, quando realizou, com diversos companheiros, entre
eles Barbosa Lessa, Ivo Sanguineti, Rubem Xavier e edu João de Deus, uma série de solenidades culturais e cívicas que serviram de inspiração para criação posterior da Semana Farroupilha.
Particular ativamento do grupo criador, e compõem a primeira diretoria com Patrão de Honra, do “35 Centro de Tradições Gaúchas”, o primeiro CTG, fundado em 24 abril de 1948.
Hoje existem cerca de 4.000 entidades gauchescas de diferentes constituições (CTGs, piquetes, grupos de danças, conjuntos musicais, etc) que congregam mais de cinco milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em quase a totalidade dos estados do Brasil, em diversos paises da Europa, da América do Norte. e da Ásia.
Resumo da Chama Crioula
O movimento tradicionalista começou a ganhar forma em 1947, com características muito especiais, procurando cultura em meio a uma sociendade moderna e tecnológica a tradição campeira, artística, literária, recreativa e esportiva do gaúcho. Nas comemoraões da Semana da Pátria em 1947, em Porto Alegre, foi retirada uma centelha da Chama da Pátria e levada para o Colégio Julio de Castilhos que tinha um Núcleo tradicionalista, do qual faziam parte Paixão Côrtes, Ciro Ferreira e outros. Ali ficou acesa a centelha durante todo o período comemorativo, onde realizava-se aprimeira ronda crioula.

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